Quantos são os idosos relegados
As crianças tristes e abandonadas
As mulheres insanas e alteradas
E os homens doentes e embriagados?
Eu vi uma vida desgraçada
As cidades com jovens desprovidos
As verdades não chegaram aos ouvidos
E o amor foi refém de uma jornada.
Ressuscita esta vida calejada
Que deixou que o tempo lhe enganasse
Que viveu no mundo quase nada
Que partiu sem destino na estrada.
Em nome do amor eu conclamo a vida
Mesmo que sinta a dor cruel e bandida
Da paixão ou de uma emoção tardia
De uma enfurecida despedida.
Autor: José carlos Tibiriçá Pinheiro
"As tempestades são passageiras, ponha um pouco de amor na sua vida para adquirir forças suficientes e derrotar a insensatez dos estúpidos".
JOÃO PESSOA/PB - CAPITAL DO FUTURO
NOTÍCIA EM TEMPO REAL
sábado, 23 de outubro de 2010
KATRINA
O mar revolto alimentava o gigante
Com suas águas profundas e agitadas
Como um medonho monstro arrogante
Que despejava a sua fúria inusitada.
A face negra e tempestuosa do errante
Deixava um rastro triste e devastador
Nas cidades e nas entranhas do homem importante
Que se esqueceu do próprio Salvador.
Com ventos fortes perpetuando o medo
A covarde façanha de sua ira sem segredo
Falecia até o próprio amor.
Não obstante o povo em pânico e assustado
Padeceu aflito, triste e aviltado
Por conhecer a forma mais íntima da dor.
Autor: José carlos Tibiriçá Pinheiro
Com suas águas profundas e agitadas
Como um medonho monstro arrogante
Que despejava a sua fúria inusitada.
A face negra e tempestuosa do errante
Deixava um rastro triste e devastador
Nas cidades e nas entranhas do homem importante
Que se esqueceu do próprio Salvador.
Com ventos fortes perpetuando o medo
A covarde façanha de sua ira sem segredo
Falecia até o próprio amor.
Não obstante o povo em pânico e assustado
Padeceu aflito, triste e aviltado
Por conhecer a forma mais íntima da dor.
Autor: José carlos Tibiriçá Pinheiro
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
O EREMITA
Era um dia de paz
Calmo como o recinto inviolável de um túmulo
A manhã alegre e fria com o advento do dia pronunciando-se
Deixava resplandecer toda ternura de um jardim de flores cintilantes
Com meus olhos de Eremita paro diante do floral
Magro e doente farejo uma flor entre outras
Sigo o regato de água fria e sonora
Olho em minha volta e fico parado em pé
Sinto meu corpo trêmulo e minha carne fraquejar
Deito- me porque meu corpo ordena
Sei que estou morrendo
Não sinto mais o mundo em minha frente
Minha vida de Eremita terminou
Agora sou espírito!
Jamais ouvirei sussurros, choros ou lamentações
Estou livre da minha miséria
Da minha fome e aflições
Agora sou espírito!
E sobrevôo a minha carne fétida
Abandonada sob os delírios dos vermes famintos
Meu espírito agora é livre
E esta subindo até o infinito...
Autor: José Carlos Tibiriçá Pinheiro
Calmo como o recinto inviolável de um túmulo
A manhã alegre e fria com o advento do dia pronunciando-se
Deixava resplandecer toda ternura de um jardim de flores cintilantes
Com meus olhos de Eremita paro diante do floral
Magro e doente farejo uma flor entre outras
Sigo o regato de água fria e sonora
Olho em minha volta e fico parado em pé
Sinto meu corpo trêmulo e minha carne fraquejar
Deito- me porque meu corpo ordena
Sei que estou morrendo
Não sinto mais o mundo em minha frente
Minha vida de Eremita terminou
Agora sou espírito!
Jamais ouvirei sussurros, choros ou lamentações
Estou livre da minha miséria
Da minha fome e aflições
Agora sou espírito!
E sobrevôo a minha carne fétida
Abandonada sob os delírios dos vermes famintos
Meu espírito agora é livre
E esta subindo até o infinito...
Autor: José Carlos Tibiriçá Pinheiro
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
BELEZAS DA EXISTÊNCIA
Uma folha que cai
Uma mão que afaga
Uma flor que desperta
Neste mundo sem graça.
A esperança que nasce
De um triste que cala
Quando atônito assiste
A fúria da desgraça.
A emoção que resiste
A tantos devaneios
E um pálido insiste
No seu amor primeiro.
Um profeta prediz
Os males traiçoeiros
Quando o afeto invade
O espírito inteiro.
A paixão violenta
Estúpida perde a face
Num momento um ausente
Ressurgiu neste mundo que arde
E veio como o vento
De um dia derradeiro.
O poeta por fim chora
Por ver o mundo cheio de guerra
Fome, doenças e a vida sem respeito
Mais se alegrou perplexo
Com beleza de um feio.
Autor: José carlos Tibiriçá Pinheiro
Uma mão que afaga
Uma flor que desperta
Neste mundo sem graça.
A esperança que nasce
De um triste que cala
Quando atônito assiste
A fúria da desgraça.
A emoção que resiste
A tantos devaneios
E um pálido insiste
No seu amor primeiro.
Um profeta prediz
Os males traiçoeiros
Quando o afeto invade
O espírito inteiro.
A paixão violenta
Estúpida perde a face
Num momento um ausente
Ressurgiu neste mundo que arde
E veio como o vento
De um dia derradeiro.
O poeta por fim chora
Por ver o mundo cheio de guerra
Fome, doenças e a vida sem respeito
Mais se alegrou perplexo
Com beleza de um feio.
Autor: José carlos Tibiriçá Pinheiro
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