Autor: José Carlos Tibiriçá Pinheiro
Infelizmente, mais uma vez no Rio de Janeiro estamos diante do crime, do terror, do medo e da morte. A situação imposta por traficantes que se tornaram verdadeiros TERRORISTAS de fazer inveja a qualquer homem bomba do Oriente Médio, nos deixa com medo e perplexo, imaginando qual futuro nos espera sabendo que somos tão frágeis há ponto de qualquer vagabundo de favela, com tamanha estupidez e psicopatia, incendeia nossos automóveis sem nenhum sentido. Temo que estes meliantes translúcidos venham a incendiar nossas casas, escolas, hospitais e repartições públicas.
Estou convencido, que esta situação que abala o Rio de Janeiro é de Segurança Nacional. Somos espelho diante do mundo e devemos debelar esta anomalia que muito nos aflige. Estamos lidando com TERRORISTAS e PISCOPATAS em potencial ao ponto de desafiar a nossa Polícia bastante treinada, Exército, Marinha e Aeronáutica.
Eis ai o fruto da incompetência de governos passados que substimaram o crescimento de uma população sem ordem, sem governo e sem ninguém. Eis ai o produto de uma gestão negativa, arcaica e sem vínculo com a coletividade, onde a mentira, corrupção campeia nos recantos do país. A ordem tem que ser respeitada a todo custo. O Governo tem que impor o cumprimento das leis e dispositivos constitucionais antes de tudo. A Educação, Saúde, Segurança Publica, tem que existir com qualidade para que se forme uma população sadia e ordeira.
As favelas cariocas deveriam ser implodidas. Como podemos aceitar este tipo de moradia construída sem ordem, sem topografia, sem projetos onde as ruas são verdadeiros labirintos? Como podemos aceitar tal condição de vida uma vez que faltam as ações estatais para salvaguardar o mínimo de sobrevivência para essa população?
Graças aos nossos políticos idiotas que só se preocuparam com a compra de voto nas eleições atendendo pedidos mesquinhos de seus correligionários patetas e inconformados nas campanhas fraudulentas, viciadas é que chegamos ao inferno carioca.
O estado brasileiro tem que ser repensado! Tem que haver inteligência para revolucionar as ações governamentais fortificando as obras estruturantes e implementações de políticas públicas que reconheça a presença do estado sempre como prioridade.