Quando o delírio de te se emancipar
Desejarei a alegria, a fonte da bonança
Para em nome do amor
Entregar a flor da eterna esperança.
Na solidão noturna onde habito
A minha mente aflita revive
Pensamentos vivos eu reflito
Em verso torto que sobrevive.
Diante do imenso amor que atenua
Darei a face da ternura, a formosura
Até o segredo que guardo no meu peito.
Não tão distante eu darei meu corpo
Mesmo que tenha de ir aos confins do universo
Para descobri o acalanto do amor mais que perfeito.
Autor: José Carlos Tibiriçá Pinheiro