
EDITORIAL
Autor: José Carlos Tibiriçá Pinheiro
Não devemos subestimar a Natureza. O mundo está mudando rapidamente. Presenciamos eventos jamais vistos no planeta, nos deixando preocupado e atento face o curto espaço entre eles. Cada canto do planeta é afetado e, porque não dizer, devastado pela fúria indiscriminada da Natureza. De deslizamentos de terra causada por grandes tempestades com diversas vítimas a tornados, de secas violentas a inundações, as forças extraordinárias da natureza são muitas vezes imprevisíveis, poderosas e indomáveis. Toda forma de eventos catastróficos estão vindo à tona: furacões, tempestades, terremotos, erupções vulcânicas entre outros deixam grandes cicatrizes na terra. O que está acontecendo com o nosso planeta? Será que o nosso planeta está se acomodando e adentrando em uma nova Era ou esta condição deve-se ao fato da irresponsabilidade dos homens, contaminando o ar, o mar e a terra com gazes, resíduos tóxicos, despejados em grande quantidade, numa ação absurda e sem controle?
Existem catástrofes inevitáveis, sem dúvida, como a tragédia do Haiti, do Chile e Tsunamis, geradas por terremotos marítimos, essas tsunamis têm batido recordes através dos tempos, inundando sem clemência ou compaixão áreas costeiras desabitadas e habitadas, destruindo cidades inteiras, vilarejos e comunidades, matando milhares de pessoas inocentes. Mais algo me aflige a alma quando falamos do Brasil, este país maravilhoso e abençoado por Deus e, que essa própria natureza veio fazer morada, perpetuando sua magnífica beleza e perfeição. Minha mente se inclina para o Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa que vive momentos catastróficos e de difícil solução. Porque a Fúria da Natureza não deu trégua a essa encantadora cidade? Por que morreram centenas de pessoas e outras tantas estão desaparecidas? A única resposta é a incompetência testificada dos governantes, dos gestores oficiais que deixaram a população construírem casas humildes e, até mansões e hotéis nas encostas dos morros. Deixaram erguerem favelas gigantescas dotando-as de toda a infra-estrutura (asfalto, água, luz e telefone) faltando, o que é impossível e por uma questão proibitiva, drenagem e o saneamento básico fundamental para sobrevivência digna humana, tudo em favor de algumas migalhas de votos para manterem o esquema sujo e nefasto da politicagem. Estas áreas de riscos jamais deveriam ser habitadas, não deveriam existir porque quebram abruptamente o eco sistema e ofende fulminantemente a beleza e o encanto natural.
A Natureza não é Morta é Viva! Devemos construir uma sociedade sadia, nobre e feliz em terra firme, com fundação segura para que a construção não venha a ímpeto e desmorone. Devemos respeitar a Natureza porque é dela que sobrevivemos e encontramos o fruto para matar a nossa fome. Devemos enriquecer o solo e plantar bons frutos para que no dia da colheita seja momento de festa e não de morte como estamos vendo no Rio de janeiro.
Não existem mais políticas mesquinhas de clientelismo. Não existem mais políticas de currais eleitorais e de é dando que se recebe. Estamos na era de avanços tecnológicos, políticas públicas onde existam fatores positivo econômico e social, políticas voltadas ao progresso e o futuro. Uma nação próspera cuida do seu povo, desenvolve mecanismo que dignifique a cidadania e patrocine o bem estar para que a população tenha orgulho do seu governante.
É chagada a ora dos governos se voltarem para povo e através de atitudes ousadas, mudarem radicalmente a postura para governar com sabedoria e determinação, sob pena de entrarem na história com máculas eternas, onde a incompetência se perpetue em sua vida pública.
Existem catástrofes inevitáveis, sem dúvida, como a tragédia do Haiti, do Chile e Tsunamis, geradas por terremotos marítimos, essas tsunamis têm batido recordes através dos tempos, inundando sem clemência ou compaixão áreas costeiras desabitadas e habitadas, destruindo cidades inteiras, vilarejos e comunidades, matando milhares de pessoas inocentes. Mais algo me aflige a alma quando falamos do Brasil, este país maravilhoso e abençoado por Deus e, que essa própria natureza veio fazer morada, perpetuando sua magnífica beleza e perfeição. Minha mente se inclina para o Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa que vive momentos catastróficos e de difícil solução. Porque a Fúria da Natureza não deu trégua a essa encantadora cidade? Por que morreram centenas de pessoas e outras tantas estão desaparecidas? A única resposta é a incompetência testificada dos governantes, dos gestores oficiais que deixaram a população construírem casas humildes e, até mansões e hotéis nas encostas dos morros. Deixaram erguerem favelas gigantescas dotando-as de toda a infra-estrutura (asfalto, água, luz e telefone) faltando, o que é impossível e por uma questão proibitiva, drenagem e o saneamento básico fundamental para sobrevivência digna humana, tudo em favor de algumas migalhas de votos para manterem o esquema sujo e nefasto da politicagem. Estas áreas de riscos jamais deveriam ser habitadas, não deveriam existir porque quebram abruptamente o eco sistema e ofende fulminantemente a beleza e o encanto natural.
A Natureza não é Morta é Viva! Devemos construir uma sociedade sadia, nobre e feliz em terra firme, com fundação segura para que a construção não venha a ímpeto e desmorone. Devemos respeitar a Natureza porque é dela que sobrevivemos e encontramos o fruto para matar a nossa fome. Devemos enriquecer o solo e plantar bons frutos para que no dia da colheita seja momento de festa e não de morte como estamos vendo no Rio de janeiro.
Não existem mais políticas mesquinhas de clientelismo. Não existem mais políticas de currais eleitorais e de é dando que se recebe. Estamos na era de avanços tecnológicos, políticas públicas onde existam fatores positivo econômico e social, políticas voltadas ao progresso e o futuro. Uma nação próspera cuida do seu povo, desenvolve mecanismo que dignifique a cidadania e patrocine o bem estar para que a população tenha orgulho do seu governante.
É chagada a ora dos governos se voltarem para povo e através de atitudes ousadas, mudarem radicalmente a postura para governar com sabedoria e determinação, sob pena de entrarem na história com máculas eternas, onde a incompetência se perpetue em sua vida pública.