JOÃO PESSOA/PB - CAPITAL DO FUTURO

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NOTÍCIA EM TEMPO REAL

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Envelhecimento do Brasil exige mudanças urgentes na Previdência

BRASÍLIA (Reuters) - O próximo governo vai herdar contas previdenciárias que já representam um dos principais desafios fiscais do país e tendem a ser crescentemente pressionadas pelo processo de rápido envelhecimento da população brasileira.
O tema ainda não foi explorado na campanha presidencial e dificilmente o será, dada sua impopularidade e o momento favorável pelo qual passa a economia. Mas especialitas alertam que o país não poderá adiar por muito tempo uma mudança nas regras de aposentadoria, consideradas generosas na comparação internacional e insustentáveis no longo prazo.
Atualmente, de cada 3 reais recolhidos em tributos, cerca de 1 real é destinado ao pagamento de aposentadorias e pensões dos trabalhadoras dos setores público e privado.
Essa relação tende a crescer com o aumento da parcela de idosos (acima de 65 anos) na população, prevista para triplicar nos próximos 40 anos, chegando perto de 18 por cento em 2050.
A última reforma ao regime de aposentadoria dos trabalhadores da iniciativa privada (INSS) foi feita em 1999. Para as aposentadorias do funcionalismo público, onde as discrepâncias entre arrecadação e custos são mais graves, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conduziu a aprovação de uma reforma ainda no primeiro mandato, mas ela acabou tendo seus efeitos limitados pela falta de regulamentação.
Após crescer de 1,15 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2002 para 1,78 por cento do PIB em 2006, o déficit do INSS caiu por dois anos seguidos, chegando a 1,20 por cento do PIB em 2008.
No ano seguinte, com a crise global, o déficit voltou a subir e foi a 1,41 por cento do PIB. A última projeção do governo para este ano, quando o mercado de trabalho formal deve bater recorde, elevando as contribuições ao regime, é de um déficit equivalente a 1,36 por cento do PIB.
Esses números não incluem a previdência do funcionalismo, cujo déficit superou o da previdência pública nos últimos dois anos apesar de atender a uma parcela bem menor de trabalhadores --cerca de 940 mil, contra 23,8 milhões do INSS.


domingo, 18 de julho de 2010

A CHAGA LATENTE DA POLÍTICA

Blog Presidente 40


O primeiro dia de propaganda de televisão lembrou que o candidato não precisa ter boas propostas para se destacar. Mas, antes de tudo, saber apresentar um bom show.
Por isso, os partidos deram generoso espaço para os famosos ou quase famosos como Marcelinho Carioca, Maguila, Ronaldo Esper, Mulher Pêra e Kiko do KLB. “Quero agulhar os políticos para mudar Brasília por vocês”, disse Esper.
Em São Paulo, na propaganda para Câmara Federal, a estrela foi o cantor e humorista Tiririca. “O que é que faz um deputado federal? Na realidade, eu não sei. Mas vote em mim que eu te conto”, disse o humorista. “Vote Tiririca. Pior do que tá não fica”, arrematou.
Morto em 2007, Enéas continua presente no horário eleitoral com dois candidatos sugerindo que são seus herdeiros políticos.
Também não faltou o bloco dos filhos de peixe com Raul Gil Junior, Eli Correa Filho e Dr. Alessander Vigna, casado com Mara Maravilha.

sábado, 10 de julho de 2010

A BANALIZAÇÃO DA VIDA

Editorial

Autor: José Carlos Tibiriçá Pinheiro


Meus amigos, situações diversas surgiram diante do mundo com relação às formas cruéis que meliantes, estúpidos e perversas criaturas tratam a vida humana. Estamos acostumados em assistir psicopatas seriais cometendo seus crimes brutais. Estamos acostumados com matanças provocadas por guerras, inclusive, genocídio, onde a ignorância sem limites do homem faz com que a sociedade repense urgentemente as formas educacionais adequadas a serem aplicadas ao povo, mais é inconcebível a criatura humana ser levada a banalização da vida. É inconcebível o ser humano perder a vida por interesses mesquinhos onde a escuridão mental dos assassinos tombam de tanta loucura.

Vivemos num mundo violento onde até crianças são iniciadas a prática de crimes e ações que capturam abruptamente o seu jovem corpo e inocência, maculam sua vida com a chaga da estupidez.

O escândalo envolvendo o sumiço de Eliza sem dúvida alguma foi exclusivo e sacudiu os sentimentos do nosso povo tão sofrido, teve início no último dia 24 de junho (quinta-feira), quando a polícia de Minas Gerais passou a dar com exclusividade como a modelo desapareceu. A polícia recebeu denúncias contundentes e assustadoras dando conta de que a modelo paranaense havia sofrido espancamento e assassinada (com carne separada dos ossos) sem a mínima defesa para poder escapar dos monstros perversos que lhe executaram. Para nossa surpresa chegaram ao Bruno (Goleiro do Flamengo) e seus dos comparsas.

A Modelo e Bruno tiveram um relacionamento quando acabou engravidando. A história começou justamente nesta gravidez. Eliza, que chegou a procurar a polícia no ano passado sem obter êxito, não estava sabendo que algo extremamente perverso vinha acontecer, o jogador foi contra o nascimento da criança causando-lhe preocupação e delírios tamanhos que culminou com espancamentos. Brigas na Justiça após o nascimento do filho veio á tona, que atualmente conta quatro meses até chegar numa pensão alimentícia.

O que leva um homem a matar ou mandar matar sua amante com requintes de perversidade tão grande que se torna inaceitável?

Mais uma vez em minha vida deparo-me com um crime tão perverso que provoca indignação e repúdio dos próprios marginais, provocam repúdio, inclusive, daqueles que desprezaram a vida por situações inrrelevantes e perdem a liberdade por coisas banais. A frieza e o riquinte da violência nos deixa atônitos e profundamente preocupado. O governo tem que agir com rigidez diante desses crimes, tem que monstrar que existe ainda lei e magistrados sérios que retirem esses meliantes de circulação antes que eles consigam fazer banalizar a vida e fazer dela uma simples história existencial sem nenhum valor.