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NOTÍCIA EM TEMPO REAL

sábado, 10 de julho de 2010

A BANALIZAÇÃO DA VIDA

Editorial

Autor: José Carlos Tibiriçá Pinheiro


Meus amigos, situações diversas surgiram diante do mundo com relação às formas cruéis que meliantes, estúpidos e perversas criaturas tratam a vida humana. Estamos acostumados em assistir psicopatas seriais cometendo seus crimes brutais. Estamos acostumados com matanças provocadas por guerras, inclusive, genocídio, onde a ignorância sem limites do homem faz com que a sociedade repense urgentemente as formas educacionais adequadas a serem aplicadas ao povo, mais é inconcebível a criatura humana ser levada a banalização da vida. É inconcebível o ser humano perder a vida por interesses mesquinhos onde a escuridão mental dos assassinos tombam de tanta loucura.

Vivemos num mundo violento onde até crianças são iniciadas a prática de crimes e ações que capturam abruptamente o seu jovem corpo e inocência, maculam sua vida com a chaga da estupidez.

O escândalo envolvendo o sumiço de Eliza sem dúvida alguma foi exclusivo e sacudiu os sentimentos do nosso povo tão sofrido, teve início no último dia 24 de junho (quinta-feira), quando a polícia de Minas Gerais passou a dar com exclusividade como a modelo desapareceu. A polícia recebeu denúncias contundentes e assustadoras dando conta de que a modelo paranaense havia sofrido espancamento e assassinada (com carne separada dos ossos) sem a mínima defesa para poder escapar dos monstros perversos que lhe executaram. Para nossa surpresa chegaram ao Bruno (Goleiro do Flamengo) e seus dos comparsas.

A Modelo e Bruno tiveram um relacionamento quando acabou engravidando. A história começou justamente nesta gravidez. Eliza, que chegou a procurar a polícia no ano passado sem obter êxito, não estava sabendo que algo extremamente perverso vinha acontecer, o jogador foi contra o nascimento da criança causando-lhe preocupação e delírios tamanhos que culminou com espancamentos. Brigas na Justiça após o nascimento do filho veio á tona, que atualmente conta quatro meses até chegar numa pensão alimentícia.

O que leva um homem a matar ou mandar matar sua amante com requintes de perversidade tão grande que se torna inaceitável?

Mais uma vez em minha vida deparo-me com um crime tão perverso que provoca indignação e repúdio dos próprios marginais, provocam repúdio, inclusive, daqueles que desprezaram a vida por situações inrrelevantes e perdem a liberdade por coisas banais. A frieza e o riquinte da violência nos deixa atônitos e profundamente preocupado. O governo tem que agir com rigidez diante desses crimes, tem que monstrar que existe ainda lei e magistrados sérios que retirem esses meliantes de circulação antes que eles consigam fazer banalizar a vida e fazer dela uma simples história existencial sem nenhum valor.

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