Quando o delírio de ti se emancipar
Desejarei a alegria, a fonte da bonança
Para em nome de um fraterno amor me entregar
Nos braços de uma flor de esperança.
Na solidão noturna onde habito
A minha mente aflita revivem
Pensamentos vivos e reflito
Nos versos tortos que sobrevivem.
Diante do imenso amor que atenua
Ti darei a face da ternura, a formosura
Até o segredo que guardo no meu peito.
Não tão distante eu te darei meu corpo em verso
Mesmo que tenha de ir aos confins do universo
Para descobri o acalanto do amor mais que perfeito.
e eu te darei o meu eu em verdade
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